O
facto de a língua Japonesa se apoiar no fluído dos traços evitando a rigidez do corpo, mãos e escrita origina uma caligrafia complicada para o típico ocidental. A exposição de arte caligráfica é, muitas vezes, demasiado esotérica para o público ocidental daí ser, de um modo geral, muito limitada. No entanto, em países do Leste Asiático, o processamento de texto em si é visto como uma forma de arte tradicional, bem como um meio de transmissão de informações por escrito.

O
trabalho escrito pode ser composto por frases, poemas, histórias, personagens ou mesmo caracteres individuais. O estilo e o formato da escrita podem imitar o assunto/trabalho em questão chegando mesmo ao ponto de imitar a textura e a velocidade da pincelada. Nalguns casos podem fazer-se mais de cem tentativas para produzir o efeito desejado em apenas um personagem, mas é importante referir que todo o processo que leva à criação da obra é considerado em si mais artístico do que o próprio produto final.

Esta forma de arte é conhecida por uma palavra japonesa que literalmente significa "maneira de escrever ou caligrafia" ou ainda " aprender a escrever caracteres". A caligrafia japonesa partiu da China quando ainda se faziam inscrições em ossos, até que o primeiro ministro da China na dinastia de Qin resolveu chegar a um modelo de escrita comum a todos.











